• Vânia Penha-Lopes

DE SELEÇÕES NA COPA DE 2018

A que ponto chegamos! Um comentarista do Sportv declarou achar "ruim" o fato de os jogadores russos e sauditas permanecerem nos seus países, cujos clubes são ricos e, portanto, não têm necessidade de vender seus jogadores. Argumentou ele que, com a "globalização", os jogadores precisam de outras experiências. Já eu concordo com a minha tia de 96 anos, fã de futebol (quantas copas ela já vivenciou?), que diz que o Brasil não tem mais seleção, já que cada um joga num país diferente e tem pouco tempo pra se entrosar. E quando a gente lembra daquele lateral direito que passou a falar português com sotaque espanhol, quase fez um gol contra com uma bicicleta bizarra na pequena área e se abaixou pra ajeitar a meia em vez de proteger a zaga e, assim, contribuiu pra nossa derrota, ou daquela "seleção" que ficava no pagode em vez de treinar, tem saudade de um tempo em que o nosso time era mais parecido com o russo e o saudita.


Originalmente publicado no Facebook em 14 de junho de 2018.

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